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Homossexuais: português poderá casar em Montpellier. Diário IOL. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Sábado, 22 Janeiro 2011 22:59

Autarca local disse pronta a celebrar casamento adiado pelo Consulado de Portugal em Marselha

A presidente do município («maire») de Montpellier (sul de França), Hélène Mandroux, afirmou que está pronta a celebrar um casamento homossexual que foi adiado «sine die» pelo Consulado Geral de Portugal em Marselha, escreve a Lusa.

O casamento de Tito Lívio Mota, cidadão português e director da Casa Amadis, associação lusófona de Montpellier, e de Florent Robin, cidadão francês e director da rádio Divergences FM na mesma cidade, estava marcado para sexta-feira, 21 de Janeiro, no consulado português em Marselha, mas foi adiado «sine die».

A situação dos dois homens, «que não vão poder casar-se no consulado de Portugal como a lei normalmente prevê, prova, se prova faltasse, a necessidade absoluta de prosseguir o combate iniciado para que a lei francesa autorize (o casamento entre pessoas do mesmo sexo) à semelhança do que acontece noutros países», afirmou a autarca socialista de Montpellier, Hélène Mandroux, num comunicado distribuído na sexta-feira.

A autarca de Montpellier propôs, nesse sentido, ao casal franco-português a celebração do casamento. Hélène Mandroux tem, desde há muito, feito campanha pela legalização do casamento homossexual em França, tendo escrito sobre o tema ao Presidente da República francês, Nicolas Sarkozy, em Novembro de 2010.

Nessa carta, Hélène Mandroux lamentava que em França «não houvesse ainda hoje o mesmo acesso ao casamento, ao Pacs (um contrato de vida em comum criado nos anos 90) ou à união livre».

O Conselho Constitucional francês deve decidir sobre a 28 de Janeiro sobre o casamento homossexual, que continua interdito pela lei francesa, após examinar a questão na sequência de um pedido apresentado por duas mulheres.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português informou, na quinta-feira, que a celebração de casamentos entre pessoas do mesmo sexo em países onde esta modalidade não é legalmente admitida, como França, «está suspensa até se esclarecer a questão no plano do direito internacional».


 

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