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Plataforma quer Av. da Liberdade cheia. Jornal Diário de Notícias. Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 31 Janeiro 2010 10:15

"Espero ver a Avenida da Liberdade cheia no dia 20 de Fevereiro", explicou Isilda Pegado, líder da Plataforma Cidadania e Casamento, que organiza uma manifestação no próximo mês a favor da realização de um referendo para votar a matéria do casamento entre pessoas do mesmo sexo. "Sem este referendo a nossa liberdade pode estar em risco", diz a advogada, advertindo que não é uma manifestação católica nem contra o casamento gay, mas sim uma forma de decidir o futuro de uma sociedade através da consulta popular.

O movimento já reuniu mais de 90 mil assinaturas - a Constituição da República Portuguesa diz que a consulta popular só é possível com um mínimo de 75 mil assinaturas - e é "objectivamente dirigido aos deputados", segundo Isilda Pegado explicou ao DN.

Na rede social Facebook - onde a plataforma criou uma página para anunciar o evento - já existem 382 confirmações e 621 registos que dizem que talvez estejam presentes no evento.

Entretanto, ontem, o bispo de Viseu, Ilídio Leandro, nas Jornadas da Pastoral da Família - que em Dezembro considerou a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo "um atentado" à família -, frisou que a "cultura e civilização cristã procuram e devem respeitar o essencial da origem, do modelo e da referência: Deus enquanto família trinitária".

A advogada, assumidamente católica, defende que esta manifestação não vem tarde, apesar do processo legislativo já estar em curso na Assembleia da República. Mas Paulo Côrte Real, líder da ILGA Portugal, associação de gays, defendeu que esta iniciativa já vem tarde porque a lei está a ser discutida no Parlamento. "Num momento de crise grave, esta manifestação não é uma atitude de destruição, mas de ajuda à governação. ? mais eficaz para a sociedade fazer um referendo", concluiu a advogada.

 

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