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Quim Barreiros: "Há 40 anos que lido com homossexuais". Jornal Correio da Manhã. Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 14 Junho 2010 20:41

Texto de Sofia Rêgo

 

Quim Barreiros

Quim Barreiros lembra que é um parodiante e, como tal, com a canção ??Casamento Gay' não pretende ofender ninguém, muito menos os homossexuais, que diz respeitar. O músico conta ainda que foi indemnizado por causa de uma notícia falsa que o envolvia numa rede de tráfico de droga.

- ? verdade que já esgotou a primeira edição do disco [??Deixai-me Chutar']?

- ?, sim senhora. Graças à notícia do CM. Está toda a gente a gostar da cantiguinha [??Casamento Gay'].

- Então ninguém o tem criticado pelos termos que escolheu [paneleiro, panasca, maricas]?

- Não há críticas. Ninguém tem de se sentir ofendido com um parodiante. Eu tenho muitos amigos homossexuais. Há 40 anos que lido com eles e sempre os respeitei. Agora sou um parodiante e tenho de tirar partido. Eu fui o único cantador que fiz uma canção contra os comunistas no 25 de Abril. E nem eles se chatearam comigo. Agora os homossexuais... O problema não é esse. O problema são as outras cantadeiras que andam para aí a imitar o Quim Barreiros e que agora vão ver o filão que está a dar...

- Vão usar os mesmos termos para venderem o produto deles?

- Não tenha dúvida. Sabe, isto é um País de macacos de imitação. Essa cambada, agora, vem aí toda atrás a querer imitar o Quim Barreiros.

- E ganhou um processo contra a Agência Lusa por difamação?

- Há muitos anos. O processo iniciou-se há 20 e tal anos. Mas eles calaram-se como uns ratinhos.

- Mas também só falou nisso agora. Envolviam-no numa história de tráfico de droga?

- Pois, mas a Lusa, que divulgou uma difamação, podia divulgar que perdeu e que foi obrigada a pagar-me uma indemnização. Lançaram uma notícia de uma revista sem falarem comigo. Foi de qualquer maneira. Veja o que eu passei. Até já diziam que eu estava preso.

- Recebeu 125 mil euros?

- Sim. Andei durante uns anos a martelar. Perderam no Constitucional e foram obrigados a pagar.

 

 

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