Procura

Contactos

 Os nossos e-mails:
 cidadaniaecasamento@gmail.com

 Para organização de debates:
debate@casamentomesmosexo.org

 Para envio de documentos:
documentos@casamentomesmosexo.org

 Contacto de imprensa:
imprensa@casamentomesmosexo.org


 A nossa morada:
 Apartado 50.003, 1701-001 Lisboa
 PORTUGAL

 

Ajude-nos

 Transferência bancária:

 NIB 0010 0000 4379 5060 0013 0

 

Coadoção: PS dá indicação de voto favorável, mas deputados têm liberdade. Rádio TSF. Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 13 Março 2014 16:20

O PS deu indicação de voto favorável ao diploma de deputados socialistas sobre a coadoção de crianças por casais do mesmo sexo, a ser votado sexta-feira, embora o líder da bancada tenha esclarecido existir liberdade de tomada de posição.
«O PS tem uma posição de fundo, de concordância com a coadoção de crianças por casais do mesmo sexo, que já é conhecida há muito», afirmou Alberto Martins, no Parlamento, após reunião do grupo parlamentar "rosa".
A matéria já tinha sido aprovada na generalidade, na altura com abstenções e até votos contrários ao sentido geral em diversas bancadas partidária, mas o processo legislativo foi suspenso em virtude de alguns deputados do PSD terem proposto a realização de um referendo.
Essa intenção, que incluía também uma questão sobre a adoção plena de crianças por casais homossexuais, foi posteriormente "chumbada" pelo Tribunal Constitucional.
«O PS pauta-se pelo princípio da liberdade de voto. Os deputados do PS têm liberdade de voto, sendo certo que a direção e o grupo parlamentar como um todo apelaram ao voto e o sentido genérico do voto é favorável», afirmou o deputado socialista.
Alberto Martins mostrou-se também contrário à consulta popular sobre este assunto.
«Já várias vezes dissemos que o referendo não era adequado para certo tipo de matérias. Naturalmente, estamos contra a ideia de referendo. Esse problema é uma figuração que não se coloca. O que está em debate na Assembleia da República é a votação de um diploma que salvaguarda liberdades fundamentais das pessoas, crianças e famílias», afirmou.

 

Ler artigo no contexto original