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Jerónimo crê nada estar perdido na co-adopção e discorda da mudança de regras para eleições. Jornal i. Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 14 Março 2014 23:30

"Nada está perdido para todo o sempre. Faltou ali debate sobre os verdadeiros objectivos do problema que está colocado, uma questão muito sensível", disse

 

Jerónimo de Sousa

 

 

 

 Por agência LUSA

 

O líder comunista mostrou-se hoje confiante de que "nada está perdido" quanto à coadoção de crianças por casais do mesmo sexo, ponderando mesmo iniciativas favoráveis, e discordou de alterações às leis eleitorais "em cima do jogo".

"Nada está perdido para todo o sempre. Faltou ali debate sobre os verdadeiros objetivos do problema que está colocado, uma questão muito sensível. Não teve vencimento, neste momento, devido à posição da direita, mas acreditamos que é meramente conjuntural", disse Jerónimo de Sousa, acompanhando a manifestação, perto do Parlamento, da Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública.

O secretário-geral do PCP, questionado sobre o "chumbo" pela maioria PSD/CDS-PP da proposta do PS, no sentido de crianças poderem ser adotadas por cônjuges ou unidos de facto com pessoas que tenham tarefas parentais, anunciou que o seu partido irá acompanhar outras ações semelhantes no futuro e pondera até apresentar algumas, embora sem querer especificar.

Já sobre as propostas de alteração às leis eleitorais apresentadas hoje por PS e pela maioria e que foram relegadas para discussão em sede de comissão parlamentar, com o objetivo de legislar a tempo das eleições europeias de maio, Jerónimo de Sousa critiou o momento da discussão.

"? inaceitável que, a poucas semanas das eleições, queiram mudar as regras do jogo. Num quadro de uma legislação que poderia ser pensada e discutida em profundidade, vai ser, no fundo, a mata-cavalos e alterar as regras já em cima do jogo. Ora, isto não está bem", lamentou ainda.

Jerónimo de Sousa elogiou ainda a "grande prova de força, num dia de semana, com necessidade de recorrer ao pré-aviso de greve" por parte dos manifestantes, algo que "demonstra que o Governo não pode estar descansado a pensar que conseguiu vencer esta batalha das inevitabilidades".

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico

 

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