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Obama condena terapias para tratar homossexuais. E.U.A. Expresso online. Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 09 Abril 2015 16:01
Mais de 120 mil assinaturas foram recolhidas, através de uma petição online, onde se pede que sejam proibidas terapias que curam homossexuais. A Casa Branca já condenou a prática e garantiu que vai reunir esforços para impedir estes tratamentos.
 
Obama
Barack Obama está preocupado com os efeitos das terapias nos mais jovens
 
 
 
 
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou de forma veemente as terapias psiquiátricas que pretendem curar os jovens gays, lésbicas e transsexuais. Nos últimos três meses surgiu uma petição online  para proibir os tratamentos, que recolheu mais de 120 mil assinaturas.

"Estamos preocupados com os potenciais efeitos devastadores que pode ter nas vidas dos transsexuais, gays, lésbicas, bissexuais e em toda a comunidade jovem", pode ler-se na página oficial da Casa Branca.

Grupos especializados em saúde mental e ativistas de direitos dos homossexuais defendem, citados pelo canal britânico BBC, que estes "tratamentos" provocam o aumento do risco de suicídio e depressão.

Por outro lado, os grupos cristãos conservadores apoiam estas terapias, que são realizadas com base em conversas e orações. "Nós acreditamos que a mudança é possível. As pessoas vão para a terapia porque podem mudar, porque realmente funciona. Ajuda as pessoas a descobrir quem são autenticamente", disse David Pickup, um dos terapeutas, citado pelo jornal norte-americano "The New York Times".

A petição online surgiu depois do caso de Leelah Alcorn, um jovem transsexual, de 17 anos, que se suicidou em dezembro do ano passado. Era acompanhado por um terapeuta a pedido dos pais. "A única forma de descansar em paz é se um dia os transsexuais deixarem de ser tratados da mesma forma que eu fui", escreveu Leelah, na rede social Tumblr, antes de morrer.

Até agora, só os estados da Califórnia e Nova Jersey proibiram as terapias. Em contrapartida, em Oklahoma está a ser considerada uma legislação para proteger legalmente a prática destes tratamentos.